Consumo Sustentável diante da Pandemia COVID-19.

anasuzart 30 de abril de 2020
 Consumo Sustentável diante da Pandemia COVID-19.

A necessária mudança nos hábitos de consumo.

1. Introdução

O consumo sustentável se relaciona com a realização de compras conscientes, responsáveis e com a devida compreensão dos impactos ambientais e sociais das escolhas de consumo. Trata-se, portanto, da aquisição de produtos, de fato, necessários, bem como da busca por itens que envolvam menos recursos naturais em sua produção e que facilitem o reaproveitamento ou a reciclagem. Além disso, torna-se essencial a tentativa de prolongar a vida útil do bem[1].

Os consumidores desempenham papel fundamental na proteção ao meio-ambiente, através da realização de escolhas sustentáveis e refletidas. Insta rememorá-los que a Lei 8.078/90 (CDC) preocupa-se com este tema, tanto que considera abusiva a publicidade que desrespeita valores ambientais (art. 37, §2º), assim como dispõe serem nulas de pleno direito as cláusulas que infrinjam ou possibilitem a violação de normas ambientais (art. 51, inciso XIV).

O período de pandemia vivenciado exige uma reflexão sobre os hábitos de consumo e os seus reflexos no meio-ambiente e, inclusive, no próprio desenvolvimento de doenças, a exemplo da patologia hodiernamente disseminada. Ademais, torna-se necessário começar a incorporar práticas mais sustentáveis e ambientalmente adequadas, inclusive nas escolhas referentes à aquisição de produtos e serviços.

2. O Consumo Humano e o Desenvolvimento de Patologias

Os animais podem ser fontes de doenças infecciosas, causadas por vírus, bactérias e parasitas, que podem ser disseminadas para a população humana. Tratam-se das intituladas zoonoses[2], transmitidas diretamente do animal para o homem, por meio de um vetor ou por alimentos contaminados[3].

“No último século, emergiram ou reemergiram pelo menos 14 doenças infecciosas ou parasitárias, com destaque para ebola, dengue, chikungunya, zika, febre amarela, tuberculose, SARS, sarampo, varíola, HIV/AIDS, gripes (influenzas humana, aviária ou suína) e parasitoses (tripanossomíases). Mais de 75% delas são originárias de agentes microbianos de animais e podem ser uma ameaça como armas biológicas, por exemplo”[4].

Alguns estudos apontam que o COVID-19, provavelmente, adveio da prática de depositar animais silvestres em jaulas, pangolins, sem condições de higiene, para posterior consumo humano na China[5]. A gripe suína H1N1 de 2009, possivelmente, decorreu de uma operação de confinamento nos EUA. A gripe aviária H5N1, de 1997, saiu das granjas da China. Ademais, outras perigosas gripes surgiram nos EUA, na índia e na China, mas foram debeladas, após o sacrífico de criações inteiras de frangos, antes que se disseminasse para os seres humanos[6]. Diversos fatores contribuíram para o aumento dessas zoonoses, conforme se aduz, a partir da análise da imagem abaixo colacionada[7].

Dentre as hipóteses acima elencadas, destacam-se algumas. A expansão da pecuária pode ter sido “fonte mantenedora de agentes patogênicos para os humanos[8]”, especialmente em virtude da grande demanda mundial por proteína animal o que ocasionou o aumento na criação de tais animais. Um exemplo suscitado foi o surgimento da espongiforme bovina (“vaca louca”), em razão do excesso de confinamentos e de processamento de nutrientes para a alimentação do gado[9] e da SARS na Ásia, em virtude da mistura de animais de distintas espécies, em condições estressantes[10].

A domesticação de animais silvestres também contribuiu para a reemergência de zoonoses, são exemplos a tuberculose bovina em populações de cervos capturados e a infecção pela bactéria Brucella suis biovar 2, transmitida de javalis, suínos silvestres. Esse intento alimenta o tráfico de animais silvestres, que move R$ 2,5 bilhões por ano no Brasil, provocando a morte de, em média, 90% dos animais capturados antes mesmo que cheguem a ser vendidos, especialmente pelo transporte em condições inadequadas, conforme estimativa da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres[11].

Documentário alerta para o tráfico de animais no Brasil | Vida Moderna

Ademais, o contato com animais exóticos, seja através da criação como animais de estimação, seja em feiras de animais, zoológicos e circos, pode transmitir raiva, tuberculose, brucelose, psitacose (Chlamydia psittaci) e H5N1-HP[12]. Não se pode olvidar que a manutenção de animais em cativeiros, em zoológicos, feiras e circos, podem causar inúmeras outras tragédias, noticiadas na mídia[13].

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Lori Gruen, filósofa e professora da Universidade Wesleyan, de Connecticut, que estuda as relações éticas entre humanos e animais destaca que os indivíduos insistem em culpar alguém pelas tragédias, mas os dedos estão apontados para a direção equivocada. O problema é justamente a ausência de respeito aos animais e a manutenção dos zoológicos, que não são espaços ambientalmente adequados[14].

O aquecimento do clima e a utilização de novas estratégias agrícolas também têm contribuído para a transmissão de tais doenças, a exemplo do vírus da Ebola, identificado em 1976, no centro da África, que reemergiu no início de 2014 em países da África Acidental, em razão da exposição a uma colônia de morcegos insetívoros[15]. O desmatamento, a invasão do habitat silvestre e as atividades mineradoras são fatores de risco que se relacionam com os morcegos que transmitem o vírus da raiva aos seres humanos[16]. Na Amazônia, em 2004, 46 pessoas, em decorrência dessa virose[17].

O turismo e a globalização também são fatores relacionados com a transmissão dessas patologias. O ecoturismo que se relaciona a safaris, tours e exposições a locais distintos dos urbanos também se insere nesse contexto. Um exemplo recente é a síndrome respiratória do Oriente Médio, Middle East Respiratory Syndrome – Coronavirus (MERS-Cov), causada por um coronavírus, detectado em camelos e morcegos, na Arábia Saudita, em junho de 2012, com um índice de 43% de mortalidade[18]. A criação de animais de companhia também pode oferecer risco e causar a transmissão de doenças, a exemplo da peste bulbônica, que reemergiu nos EUA, em virtude da contaminação de gatos em contato com pulgas infectadas[19].

Além das patologias citadas, existem inúmeras outras que podem ser associadas a padrões de comportamento humanos, porém destaca-se que o risco não se encontra apenas no consumo, mas também no comércio irresponsável de animais[20].

“O ser humano caça animais desde o início da sua existência, isso não é novidade, mas sim as quantidades consumidas atualmente e a capacidade dos animais de viajarem de um lado para outro do globo em questão de horas”, observa Reijnen[21].

A ONU calcula que o tráfico de espécies protegidas movimenta a cada ano entre 8 e 10 bilhões de dólares (37 a 46 bilhões de reais). “A convenção sobre o comércio internacional de espécies ameaçadas já regula os intercâmbios entre países, o problema é que não tem jurisdição no mercado interno, e a demanda em países como a China e o Vietnã é enorme. Para nós, esta é uma oportunidade para que as leis de proteção animal sejam revistas”, salienta Gema Rodríguez, do WWF[22].

O governo chinês, após o crescente número de casos do novo Coronavírus, proibiu a venda e o consumo de animais exóticos, no dia 24 de fevereiro de 2020. A comercialização de bichos silvestres vivos favorece a disseminação de vírus que nunca foram mapeados por cientistas, apresentando grande potencial para infectar humanos e causar até mesmo pandemias[23].

De acordo com Adam Smith, “o consumo é a única finalidade e o único propósito de toda a produção”, de modo que não existirá tráfico de animais silvestres e exóticos, se não houver demanda no mercado de consumo. Assim como, zoológicos, circos e feiras que exploram os animais cerrarão suas portas, se os consumidores se recusarem a observar e legitimar a exploração animal, visitando tais locais.

No mesmo sentido, a exploração irresponsável da pecuária, o aquecimento global, o desmatamento, o ecoturismo inconsequente e demais práticas adotadas pelos indivíduos decorrem de um padrão de consumo imprudente, que apenas se atenta aos intentos humanos, olvidando-se do meio-ambiente e da sua necessária preservação. Neste sentido, urge que os sujeitos repensem os seus hábitos de consumo, bem como a forma como se relacionam com o meio-ambiente e os animais, haja vista que esta necessária reflexão se encontra concatenada com a possibilidade de evitar novas pandemias e catástrofes.

3. O Isolamento Social e a Proteção ao Meio-Ambiente: Avanços e Retrocessos

O período de isolamento social global, provocado pelas medidas associadas à restrição ao deslocamento de pessoas e à paralisação das atividades econômicas, propiciou uma diminuição na quantidade de poluentes presentes na atmosfera. Essa situação foi constatada a partir de imagens captadas por satélite e divulgadas por organizações como as agências espaciais norte-americana (Nasa) e europeia (ESA)[24].

Em São Paulo, por exemplo, desde o dia 20 de março, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) tem registrado, em todas as 29 estações de monitoramento da região, qualidade do ar boa para os poluentes primários[25]. Colaciona-se abaixo uma imagem divulgada pela Nasa, que evidencia uma redução da concentração de dióxido de nitrogênio na China[26].

(foto: Earth Observatory, via Nasa)

No entanto, a despeito da redução nas emissões globais de gases de efeito estufa, não se pode olvidar de que essas diminuições pontuais podem não levar a mudanças a longo prazo[27]. Ademais, outros impactos ambientais que podem estar sendo majorados no período de isolamento social, a exemplo do aumento do uso de materiais e embalagens descartáveis[28]. O uso do plástico, por exemplo, tende a aumentar em curto prazo, conforme novo relatório divulgado pela BloombergNEF na semana passada:

“As preocupações com a higiene dos alimentos devido à Covid-19 podem aumentar o uso de embalagens plásticas, desfazendo parte do progresso inicial das empresas”, afirmou o relatório[29].          

Além disso, observa-se maior produção de lixo hospitalar, em Wuhan, por exemplo, primeiro epicentro da crise na China, a quantidade de lixo cresceu quatro vezes.  O consumo de energia também aumentou sobremaneira, pois o isolamento social tem exigido que os sujeitos se recolham em suas residências, o que tem propiciado o aumento no consumo de eletricidade e de gás[30].

No entanto, tem se observado a valorização do sol e do ar puro, que são considerados fatores de prevenção ao contágio do vírus, de modo que os sujeitos têm evitado o uso excessivo do ar-condicionado, pois favorecem a transmissão de doenças respiratórias e alérgicas. Essa redução na utilização do ar-condicionado tem propiciado uma diminuição no consumo de energia e, consequentemente, no vazamento de gases refrigeradores com alto potencial de efeito estufa. Ademais, em virtude do período de isolamento social, as paisagens têm se tornado o subterfúgio de muitos sujeitos, justamente para reduzir o estresse, trazendo certa sensação de conforto e paz, bem como promovendo maior saúde mental[31].

4. Análise das Mudanças no Padrão de Consumo

Nesse período de pandemia, tem se observado uma tentativa de inúmeros consumidores de estocarem produtos alimentícios e medicamentos, o que se configura uma conduta social e ambientalmente inadequada. Torna-se imprescindível que se consuma “dentro de padrões solidários”, sem excessos e exageros. Inclusive, deve-se levar em consideração que o citado comportamento irrefletido pode, com o lapso temporal, causar a deterioração de inúmeros produtos, especialmente os perecíveis, o que prejudica sobremaneira o meio-ambiente. Além disso, os sujeitos devem buscar informação de qualidade, confiável e fundamentada cientificamente, evitando a aquisição descontrolada de produtos que sequer apresentam qualquer evidência científica para o combate ou tratamento da patologia[32].

“No relatório, a Nielsen revelou que houve uma alta na busca por determinados produtos ou setores no período de 2 de fevereiro a 8 de março de 2020, em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. As indústrias que mais apresentaram crescimento no país foram de antisséptico para mãos (623%), softwares (389%) filtros de ar (100%), álcool (85%), sabão líquido (33%) e curativos (29%). De acordo com o instituto de pesquisas, o novo hábito de estocar comida pode adiar as compras no Brasil, gerando uma alta demanda num 1º momento e, então, uma etapa de afastamento do consumidor. A permanência das pessoas em casa, no entanto, faz com que as despesa domésticas subam consideravelmente, o que indica que a venda de alimentos alcance uma expansão sustentável durante a crise[33]”.

No entanto, apesar da situação relatada, muitos indivíduos têm adotado práticas mais sustentáveis no período de pandemia, a exemplo da fabricação de máscaras caseiras, diante das dificuldades de encontrá-las no mercado de consumo e da redução no orçamento dos sujeitos[34]. O instituto QualiBest questionou 1.005 entrevistados, através da plataforma digital QExpress e 22% deles afirmaram que a pandemia criará um consumo mais sustentável posteriormente[35].

5. Conclusão

É necessário refletir sobre os padrões de consumo adotados hodiernamente e, certamente, esse período de pandemia será fundamental para que os sujeitos percebam que não precisam de tanto quanto acreditavam, para viver de forma digna e prazerosa. As angústias e incerteza ora experimentadas, sem dúvidas, conduzem os indivíduos a uma reflexão sobre a necessidade de priorizar as relações humanas, práticas saudáveis e sustentáveis, em detrimento de uma postura consumista irrefletida que confere aos bens supérfluos o status de essenciais.

No entanto, é imprescindível que as lições aprendidas não se percam com o transcorrer dos dias, afinal, como afirmava José Ortega y Gasset: “eu sou o que me cerca, se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo”. Caso os sujeitos sigam adotando as mesmas práticas, o meio-ambiente sucumbirá, assim como todos os seres humanos, pois são parte dele.

“O ambiente é o que somos em nós mesmos. Nós e o ambiente somos dois processos diferentes; nós somos o ambiente e o ambiente somos nós”.

Jiddu Krishnamurti.

[1] Disponível em: https://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/producao-e-consumo-sustentavel/conceitos/consumo-sustentavel.html. Acesso em 29 abr. 2020.

[2] Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-204X2016000500510. Acesso em 29 abr. 2020.

[3] Disponível em: http://www.senado.gov.br/noticias/jornal/cidadania/zoonoses/not001.htm. Acesso em 20 abr. 2020.

[4] Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-204X2016000500510. Acesso em 29 abr. 2020.

[5] Disponível em: https://brasil.elpais.com/planeta_futuro/2020-03-06/humanos-que-comem-animais-selvagens-sem-controle-um-barril-de-polvora-para-a-saude-mundial.html. Acesso em 30 abr. 2020.

[6] Disponível em: https://exame.abril.com.br/blog/ideias-renovaveis/oito-megatendencias-ecologicas-para-o-mundo-pos-coronavirus/. Acesso em 29 abr. 2020.

[7] CUTLER, S.J.; FOOKS, A.R.; POEL, W.H.M. van der. Public health threat of new, reemerging, and neglected zoonoses in the industrialized world. Emerging Infectious Diseases, v.16, p.1-7, 2010. DOI: 10.3201/eid1601.081467.

[8] Disponível em: https://exame.abril.com.br/blog/ideias-renovaveis/oito-megatendencias-ecologicas-para-o-mundo-pos-coronavirus/. Acesso em 29 abr. 2020.

[9] JACOBSON, K.H.; LEE, S.; MCKENZIE, D.; BENSON, C.H.; PEDERSEN, J.A. Transport of the pathogenic prion protein through landfill materials. Environmental Science and Technology, v.43, p.2022-2028, 2009. DOI: 10.1021/es802632d.

[10] STAVRINIDES J.; GUTTMAN, D.S. Mosaic evolution of the severe acute respiratory syndrome coronavirus. Journal of Virology, v.78:p.76-82, 2004. DOI: 10.1128/JVI.78.1.76-82.2004.

[11] Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2016/10/show-de-horrores-precisamos-falar-sobre-exploracao-de-animais.html. Acesso em 30 abr. 2020.

[12] CHOMEL, B.B.; BELOTTO, A.; MESLIN, F.-X. Wildlife, exotic pets, and emerging zoonoses. Emerging Infectious Diseases, v.13, p.6-11, 2007.

[13] Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2016/10/show-de-horrores-precisamos-falar-sobre-exploracao-de-animais.html. Acesso em 30 abr. 2020.

[14] Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2016/10/show-de-horrores-precisamos-falar-sobre-exploracao-de-animais.html. Acesso em 30 abr. 2020.

[15] MARÍ SAÉZ, A.; WEISS, S.; NOWAK, K.; LAPEYRE, V.; ZIMMERMANN, F.; DÜX, A.; KÜHL, H.S.; KABA, M.; REGNAUT, S.; MERKEL, K.; SACHSE, A.; THIESEN, U.; VILLÁNYI, L.; BOESCH, C.; DABROWSKI, P.W.; RADONIĆ, A.; NITSCHE, A.; LEENDERTZ, S.A.; PETTERSON, S.; BECKER, S.; KRÄHLING, V.; COUACY-HYMANN, E.; AKOUA-KOFFI, C.; WEBER, N.; SCHAADE, L.; FAHR, J.; BORCHERT, M.; GOGARTEN, J.F.; CALVIGNAC-SPENCER, S.; LEENDERTZ, F.H. Investigating the zoonotic origin of the West African Ebola epidemic. EMBO Molecular Medicine, v.7, p.17-23, 2015. DOI: 10.15252/emmm.201404792.

[16] CHOMEL, B.B.; BELOTTO, A.; MESLIN, F.-X. Wildlife, exotic pets, and emerging zoonoses. Emerging Infectious Diseases, v.13, p.6-11, 2007.

[17] Disponível em: https://exame.abril.com.br/blog/ideias-renovaveis/oito-megatendencias-ecologicas-para-o-mundo-pos-coronavirus/. Acesso em 29 abr. 2020.

[18] GOSSNER, C.; DANIELSON, N.; GERVELMEYER, A.; BERTHE, F.; FAYE, B.; KAASIK AASLAV, K.; ADLHOCH, C.; ZELLER, H.; PENTTINEN, P.; COULOMBIER, D. Human-dromedary camel interactions and the risk of acquiring zoonotic Middle East Respiratory Syndrome Coronavirus infection. Zoonoses and Public Health, v.63, p.1-9, 2016. DOI: 10.1111/zph.12171

[19] CUTLER, S.J.; FOOKS, A.R.; POEL, W.H.M. van der. Public health threat of new, reemerging, and neglected zoonoses in the industrialized world. Emerging Infectious Diseases, v.16, p.1-7, 2010. DOI: 10.3201/eid1601.081467.

[20] Conferir em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-204X2016000500510#B12. Acesso em 30 abr. 2020.

[21] Disponível em: https://brasil.elpais.com/planeta_futuro/2020-03-06/humanos-que-comem-animais-selvagens-sem-controle-um-barril-de-polvora-para-a-saude-mundial.html. Acesso em 30 abr. 2020.

[22] Disponível em: https://brasil.elpais.com/planeta_futuro/2020-03-06/humanos-que-comem-animais-selvagens-sem-controle-um-barril-de-polvora-para-a-saude-mundial.html. Acesso em 30 abr. 2020.

[23] Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/qual-o-impacto-da-proibicao-da-venda-de-animais-exoticos-na-china/. Acesso em 30 abr. 2020.

[24] Disponível em: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/a-pandemia-pode-mudar-habitos-de-consumo-afirma-pesquisador. Acesso em 29 abr. 2020.

[25] Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-03/com-isolamento-cai-poluicao-do-ar-em-sao-paulo. Acesso em 30 abr. 2020.

[26] Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2020/03/06/interna_ciencia_saude,832563/nasa-mostra-queda-na-poluicao-chinesa-durante-epidemia-de-coronavirus.shtml. Acesso em 30 abr. 2020.

[27] Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2020/04/cinco-motivos-pelos-quais-pandemia-de-coronavirus-pode-nao-ser-boa-para-o-meio-ambiente.html. Acesso em 30 abr. 2020.

[28] Disponível em: https://nacoesunidas.org/quarentena-com-o-pacto-aborda-relacao-entre-pandemia-e-sustentabilidade/. Acesso em 29 abr. 2020.

[29] Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2020/03/16/virus-pode-aumentar-uso-de-plastico-no-curto-prazo.htm. Acesso em 30 abr. 2020.

[30] Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2020/04/cinco-motivos-pelos-quais-pandemia-de-coronavirus-pode-nao-ser-boa-para-o-meio-ambiente.html. Acesso em 30 abr. 2020.

[31] Disponível em: https://exame.abril.com.br/blog/ideias-renovaveis/oito-megatendencias-ecologicas-para-o-mundo-pos-coronavirus/. Acesso em 30 abr. 2020.

[32] Disponível em: https://envolverde.cartacapital.com.br/pandemia-e-consumo-consciente/. Acesso em 18 abr. 2020.

[33] Disponível em: https://www.poder360.com.br/economia/pandemia-muda-habitos-de-compras-e-consumidores-passam-a-fazer-estoque/. Acesso em 29 abr. 2020.

[34] https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/04/11/manual-traz-moldes-tecnicos-para-mascaras-caseiras-feitas-em-maquinario-industrial-ou-semi-industrial.ghtml

[35] Disponível em: https://catracalivre.com.br/cidadania/mudancas-positivas-por-causa-do-coronavirus-nao-durarao-acreditam-brasileiros/. Acesso em 29 abr. 2020.